Cimento queimado

Você já ouviu falar em piso de cimento queimado? Sabe o que é? Vamos explicar um pouco sobre esse revestimento que está super em alta nas casas brasileiras.

Ouvindo o nome queimado já imaginamos que se trata de uma instalação difícil, que envolve fogo, mas para a nossa surpresa, a queima significa a técnica de se jogar cimento em pó em cima da massa de argamassa ainda molhada.

 

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Piso em cimento queimado – Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores

 

Primeiro, onde podemos instala-lo? Ele resiste a ambientes úmidos?

Ele resiste a ambiente úmidos e pode ser instalado até em partes externas, em banheiros, cozinhas ou áreas de serviço. Mas exige um cuidado maior, pois é um piso liso, e quando molhado fica escorregadio. O melhor é mesclar com outros revestimentos, como pastilhas ou ladrilho hidráulicos, assim podemos evitar acidentes. Ele pode ser usado em toda a casa!

 

 

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Parede em cimento queimado – Fonte: Pinterest

 

É possível aplica-lo por cima de outro revestimento?

Como é um revestimento muito fino – cerca de 4mm – é indicado a remoção de qualquer piso existente para depois instala-lo. Qualquer desnível fica muito aparente com o cimento queimado. Então o melhor é que ele seja aplicado direto no contrapiso, e antes deve ser feito um acerto de nível, para que o novo piso fique bem lisinho.

 

Cimento queimado - Diego Revollo

Piso em cimento queimado – Fonte: Diego Revollo

 

Qual é a diferença entre o cimento queimado e o tecnocimento?

Cimento queimado é feito com a massa artesanal, ela é mais sujeita a manchas e trincas, para quem busca um estilo mais rustico, esse é o ideal. Mas para quem prefere ter um piso mais homogêneo, é recomendado o uso do tecnocimento, se trata de uma massa pré fabricada e com aditivos, que deixam o revestimento mais resistente e versátil. Além disso, não é necessário o uso de juntas de dilatação, claro que para não aparecer trincas, é necessário que o contrapiso esteja firme e nivelado.

 

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Piso em cimento queimado – Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores

 

Como podemos evitar as trincas?

As trincas acontecem devido a dilatação e retração do cimento, isso acontece com o calor e o resfriamento do local. Para evitarmos esse tipo de problema o ideal é o uso de juntas de dilatação, que podem ser feitas em madeira, plástico ou de metal, e devem estar a no máximo 1 metro de distância entre elas.

Como evitar as manchas?

Elas acontecem devido a um fenômeno chamado eflorescência, que é a liberação de gases pelo cimento, que chegam a superfície e causam as manchas. Pisos expostos ao sol também têm maior tendência de não ficarem homogenias. Para evitar esses problemas, a cura do cimento deve ser feito de forma lenta, e é preciso escolher materiais de qualidade. Optar por massas pré-fabricadas resolvem muitos problemas com esse tipo de piso.

 

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Piso em cimento queimado – Danyela Corrêa Arquitetura e Interiores

 

Posso aplicar o piso sozinho?

Apesar da facilidade com a instalação, é necessário a contratação de mão-de-obra especializada, a fim de evitar problemas futuros.

 

Cimento queimado - Eduarda Corrêa

Piso em cimento queimado – Fonte: Eduardo Corrêa

 

E os pisos com cimento colorido? Como são feitos?

Para conseguir um piso com coloração, é utilizado pigmentos na própria massa. É possível encontrar massas pré fabricadas com algumas opções de cores. O piso branco fica com maior regularidade de cor quando comparado com os demais. Para atingir essa cor é necessário usar cimento branco e pó de mármore junto da argamassa.

Quanto tempo depois da instalação o local não pode ser utilizado?

É recomendado que o local fique de 3 a 10 dias em isolamento, esse tempo é necessário para que o cimento seja curado. Esse termo é usado para o processo que desacelera a evaporação de água do concreto, quando bem feito, pode aumenta a resistência do concreto em até 30%. O local deve ser mantido úmido e coberto até a sua finalização. Por isso é tão importante esse tempo de isolamento do piso.

 

Cimento queimado - Carlos Rossi

Piso em cimento queimado – Fonte: Carlos Rossi

 

Como deve ser feita a manutenção do piso? Ele é durável?

Para a limpeza deve ser usada água e sabão neutro, existem no mercado algumas ceras liquidas ou em pasta que dão brilho ao piso. Para o acabamento do piso é recomendado a aplicação de uma camada de resina acrílica que ajuda na impermeabilização, protegendo da ação da água. Quando feito por profissionais especializados e com manutenção adequada, esse piso pode durar por muito e muitos anos.

 

Eai, ficou com vontade de reformar a casa toda? rs

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Piso Vinílico

 

Continuando com o tema da semana Revestimentos, o assunto de hoje será Piso Vinílico.

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Piso vinílico em réguas – Linha Family – Fonte: Eucafloor

Esse tipo de piso é recomendado para uso interno, está disponível no mercado em diversos formatos e acabamentos. Tem um ótimo custo benefício, pois é possível ter aparência de um piso de madeira, com a facilidade de manutenção e instalação do piso vinílico. É feito com materiais recicláveis como o PVC, é antialérgico, não mancha e tem uma durabilidade grande. Algumas marcas como a Tarkett oferecem até 15 anos de garantia.

 

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Piso vinílico em réguas – Linha Sonora – Fonte: Duratex

 

Para a sua instalação é necessário que o contrapiso esteja totalmente nivelado. Se algum problema for verificado pela equipe de instalação, é necessário que seja resolvido antes mesmo de dar continuidade na obra. Em muitos casos, é necessário aplicar uma massa niveladora sobre o contrapiso, feita com uma mistura de cimento e cola PVA.

 

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Piso vinílico em réguas – Linha Essence – Fonte: Tarkett

 

Outra vantagem é a possibilidade de ser instalado em cima de outros pisos, exceto o carpete têxtil, cimento queimado e piso de madeira. Assim, com o uso do vinílico podemos evitar o quebra quebra das reformas. A instalação pode levar até três dias e o ambiente pode ser usado no mesmo dia.

Existem dois tipos de tipo vinílico no mercado: o clicado e o colado.

Clicado

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Piso Vinílico Clicado – Fonte: http://info.zblu.com.br/

O piso vinílico clicado tem a instalação mais fácil, não é preciso usar cola, apenas o encaixe de suas peças. Isso faz com que não seja recomendado para locais úmidos, até mesmo para a limpeza é necessário o uso de apenas pano úmido, pois é possível que a água penetre pelas frestas e crie umidade embaixo do piso. Ele é mais resistente que o colado, e pode ser retirado e instalado novamente em outro local em casos de mudança.

 

Colado

Piso colado

Piso Vinílico colado – Fonte: http://maesamigas.com.br/

O colado tem sua instalação feita com cola adesivo acrílico indicada pelo fabricante. É permitido o uso em locais com umidade, lembrando que mesmo mais resistente, não é possível que fica submerso sob a água, e para a limpeza a água deve ser retirada com rapidez. Caso alguma peça tenha alguma avaria, ou problema na instalação, é possível retira-lá e colocar outra no local, o que não ocorre com o sistema click, que necessita que sejam retiradas várias peças para manutenção.

 

Mesmo com toda a facilidade de instalação, ainda é indicado que o serviço seja feito com mão-de-obra especializada. Muitos fornecedores deixam sua garantia totalmente vinculada com a instalação, então é preciso tomar cuidado. Além disso a durabilidade pode ser estendida de acordo com a qualidade do serviço.

Temos disponível no mercado diversos acabamento e formatos, as opções de manta são melhores para corredores, as placas são ótimas para piso elevados em locais comerciais, e as réguas normalmente são em acabamento imitando a madeira. As variedades são infinitas!

 

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Piso vinílico em manta – Linha Magic Tarkett – Fonte: Tarkett

 

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Piso vinílico em manta – Linha Magic Tarkett – Fonte: Tarkett

Sobre a limpeza, é necessário que seja feita após 5 dias da instalação, assim é garantido que o piso já está firme. As demais podem ser feitas com vassouras ou pano com detergente neutro. Lembrando que os pisos com relevos acumulam mais sujeira que os mais lisos.

Os melhores fabricantes de piso vinílico são a Tarkett, Eucatex e Duratex. Todos são apenas fabricantes e não fazem venda direta ao cliente final.

Veja abaixo os links e confira os modelos de cada marca:

http://tarkett.com.br/

http://www.eucatex.com.br/pt/pisos/pisos-vinilicos/

http://www.duratexmadeira.com.br/pisos-lvt/D81

 

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Cerâmica ou Porcelanato?

Você sabe quais são as diferenças entre cerâmicas e porcelanatos?

 

Para escolher o piso da reforma ou da casa nova, não podemos pensar só nas cores, texturas ou tamanhos. É preciso entender um pouco sobre os revestimentos disponíveis no mercado. Vamos entender um pouco sobre as suas diferenças, assim problemas futuros são evitados.

O tamanho das placas deve ser escolhido pelo tamanho do ambiente. As placas grandes sofrem muito com perdas em locais pequenos. Para esses lugares é recomendado usar peças menores, assim o pedreiro terá que fazer menos cortes para o assentamento.

Cuidado com as áreas molhadas! Ambientes externos, cozinhas ou banheiros exigem revestimentos antiderrapantes. Já em ambientes secos, como salas e quartos, pode ser usado pisos lisos e com brilho. Lembrando que os pisos de acabamento com brilho são mais frágeis e perdem o brilho com o tempo, principalmente em locais com movimento muito grande de pessoas.

Já sabe se vai comprar Porcelanato ou Cerâmica? Veja abaixo as especificações de cada piso.

 

 

Cerâmicas

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Cerâmica Fonte: http://solucoeslucymizael.com.br/

São feitas principalmente por uma mistura de argila com outras substâncias químicas. São mais baratas que o Porcelanato e tem disponíveis modelos esmaltados e naturais. As esmaltadas são mais resistentes a umidade e a produtos químicos.

Existem também catagorias, Tipo A é a cerâmica de primeira linha, na sua grande maioria não tem defeitos visuais. Tipo B e C tem a mesma resistência que a primeira, mas aparecem alguns defeitos em seu acabamento. A Tipo D não tem garantia de resistência, além de seus defeitos visíveis, e não é mmuito recomendada, pois tem sua vida útil muito pequena.

 

 

Porcelanato

BANHEIRO

Porcelanato – Portobello Bianco Paonazzetto 90×90 Polido Retificado – Foto: Felipe Torelli

Esses são feitos com massa porcelânica e argilomineirais. Na sua fabricação sofrem mais queima que as cerâmicas, proporcionando maior resistência ao produto final. Outras vantagens são: alta resistência mecânica, resistência a agentes químicos, baixa absorção de umidades, além de serem mais fáceis de limpar. Tem uma facilidade maior na hora da instalação, pois todos têm o mesmo tamanho, sem grandes variações de peça para peça.

Os produtos com etiqueta de Qualidade A, ou Qualidade Extra, atendem as normas técnicas da NBR 15463 ou NBR 13818. Nessa categoria, os pisos tem tamanhos regulares e sem defeitos na superfície. A linha Comercial ou Tipo C, podem ter alguns defeitos e serem um pouco irregulares, é a versão mais barata, porém o cliente pode sofrer com perdas na hora do assentamento.

 

Além dessas linhas, o porcelanato pode ser encontrado em versões Esmaltadas ou Técnicas.

Esmaltadas: tem uma camada de esmalte na sua superfície e podem ter acabamento com brilho, rústico ou acetinado. Esses têm mais resistência a manchas.

 

Técnico / Massa única: a grande diferença quando comparados aos esmaltados, é que a peça técnica é feita com uma massa única. Além de trazer maior resistência e absorção de umidade, essa opção disfarça trincas e pequenos lascados, pois o seu interior tem a mesma cor que a superfície. Tem opção de acabamentos Natural sendo semifosco, ou Polidos que passam por um processo de polimento mecânico.

 

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Porcelanato – Portobello Matiz Grigo 60×120 Natural Retificado – Foto: Marcela Madureira

 

 

Sobre o corte das peças existem dois tipos:

Retificado: Tem os cantos retos em 90°, para a instalação é necessário uma quantidade menor de rejunte, podendo ser feito quase sem junta.

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Porcelanato – Portobello Cement 90×90 Natural Retificado – Foto: Karen Felix e Maira Rossi

 

 

Bold:  Tem as bordas arrendondadas, e na instalação as peças ficam um pouco mias distante uma das outras, ficando mais parecido com os pisos cerâmicos.

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Porcelanato – Portobello Six Concreto Aparente 48×48 Bold – Foto: Felipe Torelli

 

 

Conseguiu definir qual o tipo de piso se encaixa mais no seu caso? Lembre-se de comprar de 10 a 15% a mais do que o necessário, pois existe perda no assentamento. Deixando para comprar depois, tem a possibilidade de não ser exatamente igual ao que foi comprado anteriormente.

Lembre-se também que a mão de obra para a instalação deve ser muito bem escolhida, assim a vida útil do seu piso pode ser prolongada a muito e muitos anos!

 

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Iluminação – LED e inspirações

Continuando o post anterior sobre Iluminação, vamos falar sobre os LEDs, os novos queridinhos da iluminação.

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Cabeceira com Fita de LED embutido

Na verdade os LEDs não são tão novinhos assim, eles estão presentes na nossa vida a tempos, no relógio digital, na luzinha da TV, rádio. A sua origem foi no ano de 1963 apenas na cor vermelha.

Depois de muitos estudos, essa tecnologia foi incluída nas lâmpadas, telas de TV, celulares e diversos outros lugares. Mas ainda há muito o que melhorar, e com certeza ouviremos muitas novidades sobre eles em breve.

 

As vantagens desse tipo de lâmpadas são muitos:

– Elas têm a vida útil muito maior que qualquer outro tipo, chegando até a 50.000 horas de uso! Fazendo com que o gasto com manutenção seja mínimo.

– Como utilizam baixa voltagem, não oferecem riscos na hora da instalação.

– É resistente a impactos, pois não usam filamentos internos para funcionarem

– Possuiu alta eficiência luminosa, apesar de ainda não ser a melhor nesse quesito. Podendo ser comparada as lâmpadas fluorescentes.

– Não usam mercúrio para seu funcionamento, sendo ecologicamente correta e não trazendo danos a natureza.

– Não causam danos a quadros e obras de artes, pois não emitem radiação infravermelha.

– São mais econômicas, pois não perde energia em forma de calor.

 

Alguns modelos de LED já podem ser dimmerizados, mas isso deve ser verificado no ato da compra, pois é variável de acordo com o modelo e fabricante. Abaixo veja um exemplo de como identificar se o produto tem essa possibilidade.

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LED dimmerizável. Fonte BlueLux

 

 

Com todas essas vantagens, a substituição dos antigos modelos por LEDs é cada dia maior. Elas já estão substituindo as lâmpadas dicroicas, PAR20, PAR30, incandescente comum, lâmpada balão e até tubos similares a fluorescentes.

LEDS

O custo inicial para a utilização de LEDs é maior que os outros, porém, as suas vantagens como a sua longa vida útil, faz com que o seu custo-beneficio seja melhor que as suas concorrentes.

Um ponto de desvantagem dos LEDs é o Índice de Reprodução de cor. Esse índice determina a fidelidade com que as cores de uma fonte de luz artificial é reproduzida, sendo uma escala de 0 a 100. Em outras palavras, quanto maior o índice, melhor podemos ver as cores reais dos objetos. A luz do sol tem o índice 100, já o LED tem em média 80, variando de acordo com o fabricante. Isso torna ainda mais importante a compra de mercadoria com melhore qualidade como os LEDs Philips e Osram. Veja abaixo os números de algumas lâmpadas existentes no mercado.

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IRC – Índice de Reprodução de Cor. Fonte Empalux

 

Precisamos tomar muito cuidado na hora de escolher o LED. Não existe uma normatização clara para a fabricação das lâmpadas, fazendo com que a qualidade seja afetada. É preferível investir um valor mais alto, a comprar um com origem duvidosa. Como ela se paga com o tempo, é necessário que dure bastante.

Portanto, busque bons profissionais para esse investimento tão importante, além de trazerem produtos de qualidade, a satisfação é certeira.

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Veja agora algumas inspirações de projetos luminotécnicos que trouxeram vida ao local de instalação.

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Iluminação decorativa com arandelas

 

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Iluminação decorativa com Balizador no piso

 

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Iluminação na sala de jantar

 

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Escada com iluminação no piso

 

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Cozinha com iluminação no forro

 

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Painel de TV iluminado

 

 

 

 

 

Iluminação – Incandescentes e Fluorescentes

Já pensou em deixar sua casa mais aconchegante?

Um bom projeto iluminação pode fazer milagres, destacando os pontos forte e criando diferentes cenas para cada momento.

 

Mas primeiro precisamos entender os tipos de lâmpadas existentes no mercado.

 

– Lâmpadas incandescentes:

Incandecentes

É o tipo de lâmpada mais antiga, muito utilizada para projetos residências por terem baixo custo de compra. Porém, o rendimento na parte energética também é baixo, o que faz com que sejam pouco usadas para fins não residenciais. Cerca de 5% da energia é transformado em luz, já os outros 95% são perdidos em forma de calor.

Além das incandescentes normais, existem o grupo das incandescentes halógenas, como as PAR, Dicroicas, AS e Halopin. Essas têm a possibilidade de atingir temperaturas mais elevadas, rendendo maior eficiência luminosa. Comparando com as comuns, essas oferecem mais luz e tem a vida útil mais prolongada.

Lâmpada Halopin

Lâmpada Halopin

Dicroica

Dicroica

Par 20

Par 20

 

A qualidade da sua luz é destaque nesse tipo de luz, por isso não são substituídas por outros tipos mais econômicos. São indicadas para valorização de objetos como quadros ou texturas.

A possibilidade de serem

também é uma vantagem muito grande, assim podemos usar uma quantidade menor de luz, criando ambientes mais aconchegantes para quartos, home thearter, entre outros.

 

 

– Lâmpadas Fluorescentes:

Lâmpada Fluorescente

Lâmpada Fluorescente

São conhecidas como lâmpadas frias, essas funcionam graças a uma mistura de gases (argônio, mercúrio e fósforo) dentro de seus tubos. Tem a vida útil muito maior que as incandescentes, até seis vezes. Outra grande qualidade nesse tipo de lâmpada é o consumo de energia, elas não perdem energia com o calor, assim utilizam menos energia que suas concorrentes.

Porém, esse tipo de lâmpada não tem a mesma qualidade de reprodução de luz quando comparadas as incandescentes. Com diversas pesquisas, surgiram novos formatos que buscam compensar esse problema, como as compactas, torcidas, redondas e formatos similares as incandescentes.

Lâmpada Fluorescentes

Lâmpada Fluorescentes

Não é recomendado utilizar somente esse tipo de lâmpada no projeto luminotécnico, elas exigem muito cuidado para ter um resultado interessante. As temperaturas das cores podem variam muito, trazendo novos aspectos para cada ambiente.

No próximo post falaremos sobre as lâmpadas LED, novo fenômeno do setor.