Revestir 2014

Esta semana aconteceu em SP a Expo Revestir 2014, que traz todo ano as novidades e lancamentos do setor de acabamentos e revestimentos.

Abaixo alguns destaques que chamaram a minha atenção:

Metais de banheiro não precisam ser mais cromados brilhantes, a feira trouxe em diversas linhas metais coloridos como dourado, ouro vermelho, cobre, bronze e Niquel – meu predileto – todos com opcao de acabamento fosco ou brilhante. Este sao da Hansgrohe, design por Philippe Starck. A marca alemã também trouxe metais assinados pela designer Patricia Urquiola.

Axor: Repensando na proposta do chuveiro como fonte de conforto e aconchego, a grife de design deste segmento Axor, do grupo Hansgrohe, traz o Axor Nendo LampShower, desenvolvida pelo estúdio Nendo. A peça é um híbrido de chuveiro e lâmpada destinado a uma sala de banho com intenção de oferecer uma proposta sensorial.(via CasaVogue)

Cores: Diversas marcas apresentaram uma cartela ainda maior de tons em seus produtos, a tendência foram tons pasteis como estes da Pavigres.

Porcebras: a marca trouxe porcelanatos ainda mais surpreendentes com texturas e uma qualidade de acabamento que fica mto dificil dizer o que realmente sao. Eles imitam tecidos, papel de parede e possue relevos e texturas com mto estilo.

A grande aposta deste ano, na minha opinião sao produtos com formato 3d que oferece volumetria para causar impacto no ambiente. “Ao aplicar este produto o ambiente já ganha uma vida e causa um efeito visual muito interessante.”(via NataliaNoleto)

Palimanan: veio com uma novidade fora do comum, a lamina Skinner é feita de pedra e é MALEÁVEL! Uma fina camada de pedra é sobreposta a uma camada de fibra de vidro o que permite revestir paredes, pisos e moveis e ate fazer curva com Pedra!

Cerâmica Atlas: Entre as pastilhas de porcelana que se destacam na nova coleção da marca está a série assinada pela artista plástica Tomie Ohtake, inspirada na essência da sua obra abstracionista. As peças no formato 7,5 x 7,5 cm podem ser encontradas em quatro cores que simbolizam os elementos da natureza: azul (água), vermelho (fogo), dourado (terra) e branco (ar). (via CasaVogue)

Deca: A Deca decidiu inovar mais ainda seus metais com a nova tecnologia D.coat, cuja finalidade é tornar os produtos mais resistentes a riscos e outros tipos de desgastes, além de apresentar novos acabamento e cores exclusivos: Gold, Gold Matte (foto), Red Gold, Black Noir, Black Matte e Inox.(via CasaVogue)

 Decotiles: Porcelanato que imita madeira pintada e lixada, lindo para ambientes casuais como uma casa de praia!

Rejunte: qual escolher?

Apesar de ser apenas um detalhe que vai ficar espremido entre os vãos dos pisos, a escolha do rejunte certo pode evitar dores de cabeça na hora do acabamento de uma obra.

Primeiro, é bom saber que o rejunte é um material cremoso, o mais comum é o branco (mas há versões coloridas) e é usado para aplicar nas juntas de revestimentos. Serve para impermeabilizar e proteger a lateral das placas, além de evitar frestas que podem comprometer a durabilidade do piso.

Os feitos à base de cimento são indicados para cerâmicas, ladrilhos e pedras em geral. “Como esse tipo é muito absorvente, ele precisa ser impermeabilizado após a aplicação para não ficar manchado ou encardido”, explica Rogério Cordeiro, diretor de design da Vidrotil.

Já os rejuntes epóxi são recomendados para ambientes constantemente úmidos. “A aplicação é mais difícil e requer a contratação de um instalador qualificado e experiente”, afirma o profissional. (via CasaeConstrucao)

O rejunte epóxi é muito prático, mas precisa ter muito cuidado na sua aplicação,  alguns cuidados como passar uma esponja úmida, ou utilizar produtos próprios para este fim, ou seja, produtos para limpeza de rejuntes (Limpa Rejuntes – isentos de ácidos). Ou a utilização de sapólio líquido com vinagre branco de álcool. É importantíssimo limpar os restos de rejunte epóxi sobre a placa cerâmica, que deve ser feita imediatamente após a aplicação, pois se ultrapassar o tempo de secagem pode tornar-se impossível sua remoção;

O mais resistente a sujeira é o rejunte à base de epóxi, ele é impermeável e resistente a manchas, a ataques químicos e à ação de fungos e bactérias. (via Casa.com.br)

Para manter o rejunte limpo, providencie produtos específicos para remover limo e detergentes biodegradáveis. O uso de escova com cerdas plásticas ajuda na remoção da sujeira, indica William Medeiros, gerente de produto da Gyotoku.

Porcelanatos e cerâmicas retificadas sao uma otima escolha para revestimentos de areas molhadas pois tornam mínima a espessura da massa entre as placas, simplificando a limpeza.

Epóxi  
É um rejuntamento bicomponente à base de resina epóxi. Ele é ideal para rejuntar qualquer tipo de cerâmica, pedra, porcelanato, mosáico e pastilhas. Possui acabamento liso diferenciado e impermeável.
Principais Características
Ótimo acabamento e impermeabilidade;
Proporciona um acabamento liso;
Fácil limpeza, pois não permite a impregnação de sujeira;
Não perde a tonalidade 
Liberação de tráfego do local rejuntado em 24 horas.
Acrílico
É um rejuntamento à base de resina acrílica pronto para uso: basta abrir a embalagem e aplicar. Secagem em 12 horas. Possui uma elasticidade diferenciada, acabamento impermeável, com excelente estabilidade de cor e grande facilidade de limpeza.
Principais Características
Flexível e impermeável;
Pronto para uso, basta retirar do sachê e aplicar;
Proporciona um acabamento liso;
Não perde a tonalidade;
Liberação de tráfego do local rejuntado em 12 horas.
Fonte: Site O Azulejista

Tapetes: Kilim

Adoro escolher tapete para minhas decorações, acho que eles ajudam a “vestir” a casa, trazendo aconchego e ajudando a delimitar os espaços.

Nas minhas pesquisas encontrei este post no blog Casa de Valentina explicando a origem e história dos tapetes Kilim. Achei muito interessante e resolvi compartilhar aqui no blog.

“Cuidado onde pisa. Hoje em dia, os Kilins espalham-se por salas e quartos usados como elementos meramente decorativos, mas esses tapetes têm uma origem longínqua e até misteriosa. É que não se sabe ao certo em que momento eles surgiram: há quem diga que foi em 8000 A.C., época em que os carneiros foram domesticados, mas outros especialistas acreditam que tenha sido por volta de 4000 A.C. (De um jeito ou de outro, será difícil algum dias termos essa certeza absoluta sobre a data).
O que se sabe é que a princípio eles nasceram para atender a necessidades básicas dos povos nômades da Ásia e do Norte da África: como manter as tendas secas e seguras ou os leitos protegidos e aquecidos. Em alguns lugares do Oriente eles podem ainda ter funções nobres, como servir de altar improvisado nos momentos de reza, ou até mesmo funções práticas, sendo usados no transporte de mercadorias ou como selas de cavalos.

Mas afinal, o que é Kilim?
Na definição direta e reta, Kilim é um tipo de tapete de textura forte e sem pelos. Ao invés de nós, a confecção é feita com laçadas por entre os fios da urdidura, quase como um bordado. No Ocidente eles são conhecidos por seus desenhos gráficos e abstratos, porém cada tribo e localidade tem um estilo próprio: podem ser cores mais vibrantes ou mais terrosas, imagens simples ou complexas, ausência ou presença de figuras humanas… Enfim, cada região que produz kilins acaba o fazendo de sua própria maneira.

Quem os produz?
Atualmente podemos dizer que os kilins são produzidos em todo o mundo. Os principais países são Turquia, Irã, Rússia, China, Paquistão, Marrocos e Índia. Mas povos da América do Norte e América do Sul, ou Escandinávia, Polônia e Hungria, por exemplo, também aprenderam as técnicas com o povo nômade.

Nem sempre é fácil distinguir um tipo do outro, por isso vamos falar algumas curiosidades sobre os principais modelos de Kilim.

Kilim Gashkai: Feitos pelos nômades Kashkai, do Irã, esses kilins variam entre si no desenho e na cor, pois o tingimento da lã usada muitas vezes é feito durante as migrações do grupo, comuns no inverno. Costumam ter desenhos geométricos e lã de alta qualidade.

Kilim Veramin: Fabricados na cidade de mesmo nome, que fica ao sul de Teheran. Essas peças caracterizam-se por serem grandes e pesadas, densamente tecidas e próprias para a decoração. As cores predominantes são vermelhos, azuis, verdes e amarelos, sempre vibrantes e usadas sobre um fundo escuro.

Kilim Soumak Caucasiano: Entre os melhores modelos do Oriente, esses kilins possuem desenhos arcaicos e elaborados, porém os mais belos exemplares foram produzidos nas duas primeiras décadas do séc. XIX – ou seja, hoje em dia eles são itens de colecionador, verdadeiras raridades no mercado.

Kilim Ikat: Os modelos Ikats se tornaram tão famosos que essa técnica de tessitura e tingimento acabou virando sinônimo do tipo de estampa que eles possuem – resumindo, atualmente nem tudo o que é chamado de Ikat é fabricado seguindo os mesmo padrões de antes.”

Categoria: Blog, INTERIORES · Tags: , , ,

Mesas Decoradas no Glamurama

Coquetel de abertura da Mostra Mesas Decoradas foi destaque no site Glamurama. Confiram aqui!

Na tarde de quarta-feira, dia 14 de novembro 2013, aconteceu o coquetel de abertura da mostra Mesas Decoradas, do D&DShopping, em São Paulo. Neste ano, os profissionais convidados prepararam uma mesa com o tema “Festas pelo Mundo” e alguns escolheram celebridades para serem homenageadas. Foram 23 mesas que levaram os visitantes para uma viagem ao redor do mundo e que representam as festas que acontecem em alguns dos locais mais diferentes e inspiradores. “

Padarie: leveza e descontração

Materiais simples e de efeito, bem como o décor nórdico, ditaram a atmosfera do local.

via ADforum

A Padarie é a concretização do sonho da chef Priscila Fighera que contou com o auxilio dos profissionais da CRIO Arquiteturas para a reforma de uma casa de cerca de 35 anos, com um ambiente despojado e acolhedor, em Porto Alegre.
Os arquitetos e sócios da CRIO, Lívia Fonseca e Bernardo de Magalhães, tiveram como legado criar uma arquitetura que vai do efêmero ao corporativo e do comercial ao residencial.
O projeto iniciou-se com três diretrizes fundamentais: 250 metros quadrados de área distribuídos em dois pisos que possuísse ordem, zoneamento e fluxos inteligentes.
O piso térreo abriga a área do cliente e algumas instalações de apoio. Já no piso superior encontramos o escritório de administração, a padaria e a pastelaria.
A escadaria original foi transferida para tornar a circulação mais eficiente e dinâmica. As mesas, cadeiras e bancos na área do cliente foram todos pintados em diferentes cores, trazendo uma sensação de leveza ao ambiente.
É tudo muito limpo, mas ainda cheio de detalhes inspiradores. Para criar toda a parte gráfica, a inspiração dos arquitetos veio do trigo.
Em algumas partes das paredes da pintura é um pouco desgastada, pintadas de branco e revelando a camada de tijolo maciço que se encontra por baixo.
O piso em cimento queimado, combinação de cimento queimado e tacos de madeira, colocados em espinha-de-peixe, nas linhas da fachada e dos pés dos bancos, dão um ar de modernidade.

A iluminação completa o ambiente, com luminárias articuladas e holofotes ferroviários. Para adicionar o caráter e personalidade, os balcões de alvenaria do caixa e o contador foram revestidos com azulejos brancos retangulares.
A tonalidade pastel surge diversificada nas almofadas, mesas e pufes sob medida, e bancos embutidos que acomodam até 48 pessoas confortavelmente. Verde, amarelo e laranja compõem uma desejável paleta suave e clara.
Uma máscara especial foi aplicada na fachada existente para proporcionar privacidade para a sala de armazenamento e do escritório, sem bloquear a luz do sol.20140115-231021.jpg

20140115-231032.jpg

20140115-231039.jpg