Playgrounds em NY

Olha que demais esse mega escorregador em Nova Iorque. O projeto é de Tom Otterness e fica nas Silver Towers (42nd Streetentre Tenth and Eleventh Avenue).  Um grande exemplo de como trazer qualidade e interesse para o espaço público! AMEI!!!

Outras instalações do artista em Manhattan podem ser encontradas no  Battery Park, no Hotel Hilton da Times Square e o “Sapo Gigante” que vive no playground da P.S. 20 no Lower East Side.

Veja mais: http://www.dnainfo.com/new-york/20100715/midtown-west-hells-kitchen/tom-otterness-playground-is-hit-with-kids-parents-hells-kitchen#ixzz2NuQnRTGE

Votos de Fim de Ano

Chegamos ao fim de mais um ano!!! E que 2013 venha cheio de boas surpresas, felicidades, paz e prosperidade!!!

Recebi um cartao de fim de ano da MaisonDocol com algumas tradiçoes, costumes e superstiçoes de fim de ano de 5 paises diferentes e achei muito interessante.

Ficou curioso/a? Veja abaixo:

AMÉRICAS

Punta del Este, Uruguai: Para a comemoração, vários grupos de pessoas se juntam e percorrem as casas da localidade. Um deles age como cantor principal e entoa canticos típicos locais, expressando os melhores votos para o ano vindouro, enquanto os demais acompanham e tocam os instrumentos locais uruguaios.

ÁFRICA

Nefta, Tunísia: Existe uma superstição de nao cortar as unhas dentro de casa no último dia do ano, pois os tunisianos acreditam que não viverão muito naquela casa se o fizerem. Além disso, as famílias tunisianas conservam uma tradiçao francesa, o Bonne Annee Cake, um gateau presente nas mesas durante a virada de ano.

EUROPA

Estocolmo, Suécia: A tradição é ir até a cidade velha, chamada Gamla Stan, e por la se juntar aos moradores para ouvir o concerto de Ano Novo na Igreja de Stokyrkan. Após o espetáculo, todos se dirigem ao lago para uma fantástica queima de fogos de artifício.

ÁSIA

Singapura: A tradição dita que não se pode trabalhar nos 15 dias do primeiro mês do calendário lunar. O período serve para descansar após um ano de muito trabalho. Tofu e deliciosos pãezinhos ao vapor, o mantou (sem recheio) e o baozi (com recheios salgados) estão no cardápio de reveillon.

OCEANIA

Auckland, Nova Zelandia: Em terras neozelandesas, além das tradições, como a queima de fogos, superstições e ceia típica, existe outra curiosidade: o continente é um dos primeiros territórios habitados a receber o sol do ANo Novo, na Ilha Pitt, na costa Oriental da Nova Zelandia.

BOAS FESTAS!!!!

Concretismo

No post anterior comentei que meu tema este ano na mostra Jovens Profissionais 2012 é o Concreto.

Minha proposta foi uma releitura deste material com o uso de novos revestimentos que o reproduzem como o porcelanato e o adesivo, e uma homenagem ao movimento Concretismo.

O Concretismo marcou a década de 50 na cidade de São Paulo e influenciou a produção local de arte, literatura, design e, principalmente, a arquitetura. Ainda hoje podemos reconhecer fortes características dele na produção contemporânea, como: abstracionismo, rigor geométrico e o uso de materiais industrializados (ferro, alumínio, vidro e o próprio concreto.) No painel temos uma poesia deste movimento escrita por Haroldo de Campos que se sobrepõe a uma imagem baseada em sua essência.

Confiram o resultado:

Um pouquinho da historia do concreto em Sao Paulo:

Nos anos 40 do século XX São Paulo vive um “boom” imobiliário, e de re-construção da cidade, era necessário uma tecnologia que atendesse essa demanda e principalmente que permitisse atender a verticalização, que passou a nortear o desenvolvimento urbano da cidade. O primeiro edifício em concreto armado da cidade foi o Edifício Guinle, na Rua Direita, construído entre 1913  1916.

O Concreto é composto de uma mistura de água, pedra, cimento e brita. Endurecendo em formas com estruturas de barras de aço armado. Tem boa durabilidade e com bons cálculos suporta grandes cargas.

A industrialização, a produtividade e o crescimento da cidade fizeram do concreto o material mais apropriado da arquitetura moderna da cidade.

Esta arquitetura é uma referência internacional apresentando ícones da arquitetura de grandes nomes como:

Gregori Warchavchik, Rino Levi, Henrique Mindlin, Abelardo de Souza, Francisco Beck, Vilanova Artigas, Carlos A. Gomes Cardim Filho, Eduardo Kneese de Mello, Oswaldo Arthur Bratke, Zenon Lotufo, Ícaro de Castro Mello, Rodolpho Ortenblad Filho, Oswaldo Côrrea Gonçalves, Hélio Duarte, Carvalho Mange, Eduardo Corona, Philipp Lohbauer, Oscar Niemeyer Gilberto M. Tinoco, Ibsen Pivatelli, Luciano Gomes Cardim, Lina Bo Bardi, e Paulo Mendes da Rocha, entre outros, que é impossível citar neste painel.

via Jovens Profissionais

 

Lançamento Jovens Profissionais 2012

Neste sábado dia 25 de agosto foi o lançamento da mostra Jovens Profissionais 2012, no shopping Lar Center.

Esta mostra é resultado de um concurso realizado pela Demais Editora em parceria com o Lar Center no qual eles selecionam profissionais, com até 10 anos de formação, de todo o Brasil. Os selecionados fazem ambientações em lojas do Lar Center e participam de publicação especial.

O tema geral deste ano é Sao Paulo: Criatividade cidade + design.  Meu ambiente esta na praça central do shopping e é baseado no Concreto, material que revolucionou a construção civil no sec. XIX e principalmente aqui em São Paulo, o uso do concreto armado, mudou a cara da cidade. A mostra acontece do dia 25 de agosto a 30 de setembro de 2012. Venha conferir!

Impressionismo: Paris e a Modernidade

Danseuses Montant un Escalier, Edgar Degas, 1886-1888

Começa neste sábado a exposição Impressionismo: Paris e a Modernidade! Eu sou suspeita para falar pois sou apaixonada pelo impressionismo e o Museu d’Orsay é o meu preferido de Paris, por suas obras e também por sua arquitetura. Ter a chance de rever algumas de suas obras-primas aqui no Brasil com certeza será um programa e tanto!

Le Bassin aux Nymphéas, Harmonie Verte, Claude Monet, 1899

Abaixo segue a reportagem da Casa Vogue:

“Fãs brasileiros do estilo impressionista terão muito o que comemorar a partir deste sábado: as mais importantes obras do Museu d’Orsay, em Paris, cruzarão o oceano para compor a mostra Impressionismo: Paris e a Modernidade, que chega ao país dia 4 de agosto. Estarão expostas pinturas de artistas absolutamente essenciais, como Claude Monet, Vincent Van Gogh, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir, Henri de Toulouse-Lautrec, Edgar Degas e Camille Pisarro.

Nomes fora, a exibição também supreende por conta de outros feitos dignos de nota. Estamos falando, simplesmente, da maior exibição sobre o tema já realizada em território nacional. Além disso, ela reúne obras que nunca haviam saído da França. E é o maior projeto da história do Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB, onde a mostra ficará em cartaz, primeiro em São Paulo, entre os dias 4 de agosto e 7 de outubro, e depois no Rio de Janeiro, de 22 de outubro a 13 de janeiro de 2013.

Um dos museus mais visitados do mundo, e detentor da maior coleção de impressionismo do planeta, o D’Orsay cedeu 85 peças de seu acervo para compor a exposição. Ela apresenta um panorama detalhado não apenas da pintura impressionista, mas também da pós-impressionista, tendo Paris como tema central – seus prédios, sua  cultura urbana e seus ricos arredores, cujas paisagens inspiraram as pinceladas de muitas das telas presentes. Não vai dar para perder.”

Les Alyscamps, Paul Gauguin, 1888

Impressionismo: Paris e a Modernidade

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Endereço: rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo
Data: 4 de agosto a 7 de outubro
Horário: terça a domingo, das 10h às 22h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Endereço: rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro
Data: 22 de outubro a 13 de janeiro de 2013
Horário: terça a Domingo, de 9h às 21h

Versailles: mix de épocas

“Não tem nada mais bacana do que misturar o novo e o antigo e a administração do Palácio de Versailles, na França, sabe bem disso. Tanto que organiza anualmente uma exposição de arte contemporânea dentro do palácio, sempre elegendo um artista representativo para preencher todos os espaços com suas obras. Neste ano, estamos babando as peças da artista plástica portuguesa Joana Vasconcelos, que trabalha através da apropriação, descontextualização e subversão de objetos existentes e das realidades do cotidiano. Para esta exposição, ela trabalha em suas esculturas gigantes com as noções de realidade e sonho, quotidiano e fantasia, festividade e tragédia.
Incrível!”

Via SDonline

Pop-up restaurant: Londres

Pessoal, agora ELE esta em Londres!!!

Lembram do post sobre o restaurante mais concorrido de Milão? Veja aqui. Bom agora ele esta em Londres e olha só que super interessante!

Nós adoramos o conceito das pop-up stores, mas um pop-up restaurant é novidade! O conceito está fazendo sucesso em Londres com o The Cube,
restaurante promovido pela Electrolux que ficará no telhado do Royal Festival Hall até 30 de setembro. O restaurante vai trazer o talento de diversos chefs britânicos para apenas 18 convidados por vez! Cada chef criou um menu especial, utilizando ingredientes locais e de acordo com temporada.

O design é minimalista, de influência escandinávia, projetado pelos arquitetos italianos Park Associati. Ele utiliza muita madeira escura e vidro, para poder abusar da vista linda de Londres.

Padarias Fabulosas

“Considero o pão o alimento básico do ser humano, não só por suas características alimentares como por seu conceito de generosidade – afinal, dividir o pão é primordial. Mas as padarias abaixo se esmeraram em oferecer não apenas pão e derivados, mas todo um conceito embalado por produtos orgânicos, design de primeira qualidade, embalagens primorosas e – é claro – pães e derivados impecáveis, crocantes, deliciosos.
– Blé Bakery (www.ble.com.gr), em Thessalinika, Grécia – envolto por paredes em gesso extraído de Mikonos e Creta mais areia das praias gregas fazendo o acabamento destas paredes que ostentam pães como pequenas obras de arte – calóricas, mas lindas.

– Joseph-Brot von Pheinstein (www.joseph.com.at), em Vienna – quem pensaria que este nome estaria na fachada de uma pequena e preciosa padaria vienense de look clássico? Mas seus pães e doces são verdadeiras jóias.

– Chirico Bakery, de Daniel Chirico – mais um bom motivo para conhecer Melbourne, na Austrália. O design desta boulangerie me remeteu imediatamente à loja da Hermes em Saint Germain, com suas curvas de madeira, iluminação indireta e de visual impactante.

–  VyTA Bakery (www.vyta.it), em Roma – em sua parede, o conceito do alimento básico explicado através da frase “A Natureza oferece os elementos simples – água, grão, fogo”, em contraponto com o visual exótico e refinado deste local.

– Elektra Bakery, também grega – uma pequena jóia em mármore, vidro e uma logomarca que é uma jóia.
Claro que a gente pode pensar também que todos estes pães são diet, mas diante de tanta beleza…who cares?”

via Bettys

Projeto DREAM:IN

Um projeto super interessante que visa identificar novas oportunidades de negócios e políticas públicas baseados em sonhos de cidadãos. Vale a pena divulgar e apoiar!!!

Para mais informações, acesse: http://www.dreamin.com.br/

O Restaurante mais concorrido de Milão

via Casa Vogue

Como uma apaixonada por arquitetura e, claro, viagens (rsrsrs) eu não pude deixar de babar quando vi esta reportagem na Casa Vogue. Amei o design contemporâneo em dialogo com os prédios existentes.

O que vcs acharam???

Pena que o restaurante durará tão pouquinho…

“Se você pretende marcar presença no Salão do Móvel de Milão, ou estará pela cidade nos próximos meses, é bom correr para reservar lugar em um dos mais concorridos restaurantes da Europa. Segunda edição de uma iniciativa da Electrolux que reúne gastronomia e design, o The Cube abriu sua filial temporária na capital mundial do design. Ocupando o privilegiadíssimo topo da Galeria Vittorio Emmanuelle, na Piazza del Duomo, ela funcionará somente até o dia 26 de abril.

Não bastasse a vista única para a Catedral, para o Palazzo Reale e para o Museo del Novecento, o local é uma verdadeira joia da arquitetura efêmera. O projeto do escritório local Park Associati combina fachada de vidro e alumínio perfurado em uma estrutura modular com área útil de 140 m². O jogo de transparências, luz e opacidade é uma das atrações do lugar, que tem capacidade para somente 18 pessoas.

Estes felizardos acessam o The Cube diretamente pela cozinha, que é inteiramente equipada com produtos Electrolux. Em seguida, são conduzidos ao pequeno salão, onde têm a oportunidade de degustar cardápios, no almoço ou jantar, preparados por renomados chefs italianos. Ao final do banquete, os presentes ainda podem passar alguns minutos no pequeno terraço de 50 m², a admirar a melhor vista de Milão.”

Manifesto: Ciclo da vida

Mais um post em PRO das bicicletas!!!

Quem sabe nos unindo conseguimos mais investimentos do governo para melhorar a locomoção nas nossas cidades de forma sustentavel para o meio ambiente.

vía Revista Época

“Motivação. A palavra vem do latim, motio, e quer dizer movimento. Mas não qualquer tipo de movimento. A ideia é fazer um esforço, e alcançar suas metas. Elas podem ser ambiciosas, como uma grande promoção no trabalho ou uma média ponderada de gênio na faculdade. Mas a motivação também se aplica às pequenas coisas do cotidiano, aquelas que te impulsionam pra sair da cama. Quer ter a prova disso? Basta sentir-se desmotivado, sem tesão por algo ou alguém.
A minha motivação entrou em recesso de fim de ano, e voltou estranhamente na forma de movimento – em duas rodas. Parece coisa de criança, mas ganhei uma bicicleta de Natal. Não tinha uma desde a minha adolescência fora da cidade grande. Com a bicicleta vermelha, decidi tentar uma coisa nova e andar no trânsito de São Paulo. Escolhi um bom local, plano e arborizado, um bom dia, tranqüilo e com poucos carros, e uma boa companhia, meu melhor amigo com sua mountain bike e seus cachos saindo pra fora do capacete.
Durante o nosso passeio, com direito a chuva, lama e paradas estratégicas para brincar com cachorros, percebi duas coisas. 1) Na bicicleta, o contato com a cidade ganha outra cara. Passo todo dia de carro pelo local onde pedalei, mas senti pela primeira vez muitos cheiros, sons e até a topografia da região. 2) É possível encontrar novas motivações, mesmo que elas a princípio não pareçam tão interessantes. Voltei do passeio cansada, mas motivada. Achei uma coisa que me deu felicidade e proporcionará novos desafios (além de pernas mais torneadas).
Por coincidência, hoje um amigo me mostrou um vídeo que fala exatamente sobre isso. Ele é um manifesto da empresa Holstee, e surgiu quando os seus fundadores deixaram os antigos empregos com a ideia de tocar um novo projeto. Antes de escrever um plano de negócios, eles escreveram um plano de motivação, que aparece nesse cartaz. Depois de seu sucesso, no ano passado o pessoal da Holstee resolveu fazer um vídeo que captasse a ideia de movimento que está na raiz da motivação. E decidiram usar algo que amam, as bicicletas. O resultado está abaixo.”

Lifecycle

Design Innova: Um Sofisticado Restaurante Francês.

Um Sofisticado Restaurante Francês.

Foi inaugurado em Julho desse ano, o restaurante Phantom em Paris, o projeto fantástico foi feito por Odile Decq Benoit Cornette Architects que numa bela combinação de antigo e moderno criou um espaço para 90 pessoas, cheio de requinte e sofisticação. Na fachada, encontramos uma verdadeira cortina de vidro, graças à um sistema revolucionário, os vidros curvos ficam fixos por fitas de aço localizadas nas colunas. O pé direito de 6 metros permitiram a criação de um mezanino curvilineo no qual se tem um melhor aproveitamento do espaço. O vermelho no ambiente traz o toque de luxo e classe que o restaurante deseja.

via Design Innova: Um Sofisticado Restaurante Francês..

Bikes e as cidades

Continuando na linha do post anterior, aqui temos uma reportagem sobre viagens com a magrela. Eu adoro a ideia de me locomover de bicicleta para cima e para baixo, vc aprecia a cidade, evita o transito e ainda queima calorias!!!

Bikes & the cities

Elas são planas, lindas e bike friendly. Roteiros para você curtir um dia perfeito em Amsterdã, Barcelona, Berlim e Paris sobre duas rodas

Adriana Setti
Viagem & Turismo – 11/2011
 


10 MANDAMENTOS DO CICLISTA EUROPEU
1. Respeite os sinais de trânsito: sentido da rua, semáforos, placas, faixas de pedestres
2. Informe-se sobre a política de pedalar na calçada de cada cidade. Em algumas é permitido. Em outras, proibidíssimo
3. Sinalize com os braços quando for mudar de direção
4. O capacete não é obrigatório, mas é sempre uma boa ideia
5. “Estude” a sua bike antes de montar: alguns modelos europeus têm um sistema de freios que funciona acionando o pedal para trás, o que pode provocar grandes tombos em desavisados
6. Observe o comportamento dos ciclistas locais e não faça nada que eles não fariam
7. Na falta de uma ciclovia, use a pista da direita ocupando o lugar de um carro (jamais vá pelo cantinho)
8. Use roupas reflexivas ao pedalar à noite
9. Cuidado com os pedestres, uma vez que muitos turistas não prestam atenção às ciclovias. Buzine para sinalizar sua presença
10.
 Se beber, não pedale 

PARIS
circuito roda exclusivamente por ciclovias, passando pelos grandes hits de Paris, do Quartier Latin à Torre Eiffel, sem perder nenhum “detalhe” pelo caminho (o Louvre e a Notre Dame, por exemplo).

Roteiro sugerido: 18,2 km
Tempo médio de pedal: 4 horas
Onde alugar sua bike: a melhor pedida é usar uma das 20 mil magrelas do sistema Vélib. Os tíquetes de um dia (1,70 euros) podem ser comprados com cartão de crédito direto nas 1 800 estações espalhadas pela grande Paris ou pelo site do serviço, com antecedência.
Regras do jogo: jamais ande pela calçada! Em alguns casos (indicados com uma placa bem óbvia), na falta da ciclovia os ciclistas podem usar a faixa especial de ônibus. Cansou? Engate a sua bicicleta em qualquer estação da Vélib (há uma a cada 300 metros) e pegue outra quando decidir seguir adiante.
Sacada: perfeito para qualquer hora, esse roteiro fica ainda mais especial à noite, quando é possível ver a Torre Eiffel e outros monumentos iluminados. De quebra, você escapa do trânsito intenso e pode visitar os dois principais museus de Paris, o Louvre e o DOrsay, em horário alternativo e bem mais tranquilo – eles ficam abertos até as 21h45 algumas noites por semana (confira no roteiro ao lado).

BARCELONA 
A capital da Catalunha tem 201 quilômetros de ciclovias e é uma das cidades mais amigáveis da Europa para ciclistas. No roteiro, você passará por vários prédios de Gaudí, mirantes, praças, praias.

Roteiro sugerido: 15,7 km

Tempo médio de pedal: 3h30
Onde alugar: a Barcelona Rent a Bike tem modelos dobráveis desde 15 por dia.
Regras do jogo: pedalar pela calçada só é permitido quando ela tiver no mínimo 3 metros de largura. Roubos de bike são comuns: evite estacioná-la na rua, use cadeados resistentes e prefira aluguéis com seguro.
Sacada: o roteiro sugerido evita as ruas estreitas da Ciutat Vella e também as ramblas, onde a quantidade de gente (e de turistas) torna pedalar uma missão para artistas de circo.

AMSTERDà
Você se sentirá uma gota d’água em um rio de bicicletas que flui paralelo aos canais. O roteiro abaixofaz um apanhado das atrações principais (Museu Van Gogh, Vondelpark), sem passar pelas ruas mais estreitas e lotadas.

Roteiro sugerido: 8,7 km
Tempo médio de pedal: 2 horas
Onde alugar: Rent a Bike e Yellow Bike,bem no centro da cidade. Tarifas desde 9,40 euros por um dia.
Regras do jogo: juntar-se à turma de 550 mil ciclistas requer boa dose de habilidade e atenção. Cuidado com as scooters, que podem andar pelas ciclovias (obviamente com maior velocidade).
Sacada: o roteiro sugerido evita o miolinho do centro da cidade, uma vez que não há ciclovias nas ruas estreitas. A menos que você seja habilidoso e paciente para desviar de milhares de pessoas, pense duas vezes antes de se embrenhar pelo Red Light District.

BERLIM 
A pedalada sugerida aqui passa por pontos-chave da cidade, como o Portão de Brandemburgo e o Jewish Museum, e alguns lugares que demandariam belas caminhadas de uma estação de metrô, como o famoso monumento Siegessäule, no Tiergarten.

Distância: 14,5 km
Tempo médio de pedal: 3h30
Onde alugar: muitos hotéis e albergues alugam ou até emprestam bicicletas. Também há várias locadoras espalhadas pela cidade – algumas delas organizam tours guiados. Uma boa pedida é a Fat Tire, com escritórios no Mitte e na estação de Zoologischer Garten. O preço médio é de 10 euros por dia.
Regras do jogo: tome cuidado ao cruzar os trilhos do tram para que a roda não fique enganchada no vão – esse é um dos motivos clássicos de tombos na cidade. Cansou? Você pode colocar a bike no metrô em um vagão específico (sinalizado), comprando um bilhete especial para ciclistas (50% mais caro que um simples).
Sacada: em Berlim, como os berlinenses – proteja o banco da bike com um saco plástico (pode ser de supermercado) ao estacionar. Se chover (e como chove!), você não ficará com o traseiro molhado. Em dias de sol, chegue cedo à locadora para garantir a sua, porque pedalar está na moda entre os turistas.

 FONTE: Planeta Sustentavel

 

Vamos de Bike?

Cidade ciclável: a bicicleta como meio de transporte

Seminário na Bienal de Arquitetura de São Paulo apresenta experiências diversas de mobilidade urbana sobre duas rodas

     Enquanto governos hesitam, a sociedade se move e inventa soluções para a mobilidade urbana. Quinta-feira passada (1/12), a 9ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo reuniu experiências bem diferentes relacionadas ao uso da bicicleta no transporte urbano, durante o Seminário Cidades Cicláveis. Sintonizado com a iniciativa, o Mobilize Brasil também participou do encontro.

O bate-papo foi aberto por João Paulo Amaral (JP), coordenador da rede Bike Anjo, que expôs o trabalho realizado por seu grupo para estimular e orientar os novatos que querem pedalar nas cidades brasileiras. João Paulo lembrou que o Bike Anjo começou a atuar em 2010 e rapidamente se espalhou pelo Brasil. “Hoje recebemos contatos de gente de Manaus, do Nordeste, de todo o país, gente que procura um apoio para começar a usar a bicicleta no meio urbano ou quer ser um Bike Anjo”, disse ele ao público presente na Oca do Ibirapuera.

Na porta do pavilhão, um sistema de “bike valet” permitia que o público guardasse suas “magrelas” em segurança. O serviço foi montado pela Ciclomídia, empresa do publicitário Edu Grigoletto, que participou do encontro e apresentou suas propostas de paraciclos urbanos patrocinados. O objetivo da Ciclomírdia, explicou Grigoçetto, é criar uma rede de paraciclos e bicicletários que sejam patrocinados por empresas em troca da exibição de mensagens publicitárias.

Na sequência, Lincoln Paiva falou sobre o Instituto Mobilidade Verde, organização que desenvolve planos para mobilidade urbana sustentável e que lançou ideias como a Bicicloteca, um triciclo que proporciona o acesso de moradores de rua a livros e também à internet. Paiva lembrou que a biblioteca sobre rodas nasceu de seu encontro com Robson Mendonça, que já desenvolvia um trabalho de distribuição de livros a pessoas em situação de rua. Com o apoio de empresas, hoje já existem 12 Biciclotecas em operação na cidade de São Paulo, contou o diretor do Mobilidade Verde

O arquiteto Ricardo (Tche) Corrêa, da TC Urbes, expôs sua experiência em viagens de bicicletas – a mais longa delas foi até o Rio Grande do Sul – e o projeto que desenvolveu de uma bicicleta adequada ao brasileiro médio e às condições das cidades do país, a bike Urbana. Tchê também apresentou um projeto para renovação urbana da avenida Nove de Julho, em São Paulo, que substitui o corredor de automóveis e ônibus por um sistema de Veículos Leves sobre Trilhos associado a uma ciclovia. No centro da via, o arquiteto propôs a reabertura do rio Anhangabaú – hoje canalizado – para funcionar como um canal de barcas de transporte de passageiros, uma solução que sinaliza o resgate dos milhares de riachos de São Paulo para a vida urbana.

 


Bicicletário de Mauá

 

Uma experiência que chamou muito a atenção do público foi a relatada por Adilson Alcântara, da Associação dos Condutores de Bicicletas de Mauá e Região. Ele mostrou a trajetória do bicicletário organizado ao lado da estação de trens da CPTM, hoje considerado o maior do gênero nas Américas. Diariamente, cerca de 10 mil bicicletas são guardadas na instalação, usada principalmente por trabalhadores de baixa renda. A AscoBike é mantida pelos próprios usuários, que pagam R$ 15 por mês. Criada inicialmente por iniciativa de Alcântara, a associação cresceu, implantou uma oficina mecânica e serviço de café para os trabalhadores e recebeu posteriormente o apoio da CPTM, que modernizou e ampliou as instalações.

Outra iniciativa inovadora é a empresa Carbon Zero Courier, fundada por Rafael Mambretti. Trata-se de um serviço de entregas rápidas realizado integralmente por ciclistas e que já funciona há um ano em São Paulo. Ele explicou que mesmo sem contar com veículos motorizados, sua equipe consegue atender a endereços a até 15 km do centro da cidade em poucos minutos. Com o sistema, as empresas contratantes podem reduzir seus custos de courier e também suas emissões de carbono. “No final do ano entregamos um certificado aos clientes mostrando cotas de redução de carbono”, contou Rafael.

O olhar voltado para o resgate e a melhoria do ambiente urbano também faz parte do projeto “Cidade para Pessoas”, desenvolvido por Natália Garcia. Com uma bicicleta dobrável, a jornalista vem pondo em prática o projeto de viajar por 12 cidades do mundo, viver um tempo em cada localidade, e coletar boas ideias de planejamento urbano que possam inspirar o modelo brasileiro. Até o momento ela visitou sete cidades (Copenhague, Amsterdam, Londres, Paris, Estrasburgo, Friburgo e Lyon), das quais trouxe exemplos e diversas propostas e reflexões sobre como inserir a bicicleta nas cidades brasileiras.

O jornalista Marcos de Sousa, consultor editorial do Mobilize Brasil, apresentou a proposta do Mobilize e mostrou algumas soluções desenvolvidas em várias partes do mundo para facilitar a integração da bicicleta com outros modos de transporte urbano. Ele citou a falta de apoio de infraestrutura no Brasil, lembrando os problemas enfrentados por quem utiliza a bicicleta no metrô de São Paulo, por exemplo, que é obrigado a vencer vários lances de escadas com o veículo nas costas até chegar à plataforma de embarque dos trens. Marcos também comentou as redes de bicicletas públicas existentes no mundo, a partir da experiência de Copenhague, nos anos 1990, e a recém-implantada rede Bike Rio, na capital fluminense.

O Seminário Cidades Cicláveis teve sequência no dia seguinte, sexta-feira, com uma visita à ciclofaixa do bairro de Moema, na zona sul de São Paulo, e um workshop de projetos de ciclovias. O evento foi organizado pelo projeto Soluções para Cidades da Associação Brasileira de Cimento Portalnd (ABCP).

FONTE: Mobilize (Mobilidade Urbana Sustentavel)
 
 

120 anos da Av. Paulista

Das mansões aos arranha-céus, veja a transformação da avenida Paulista

Fábio Santos

Em 2011, a avenida mais famosa de São Paulo completa 120 anos. A mais paulista das avenidas começou no meio de uma região de mata, desabitada, e se tornou um dos principais centros financeiros e culturais do mundo. Em meados de 1782, a região era apenas uma grande floresta, conhecida como Caaguaçu (mato grande, em tupi) e foi nessa floresta que o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima começou a trabalhar em sua urbanização, criando grandes lotes residenciais. Então, no dia 8 de dezembro de 1891, foi inaugurada a primeira via a ser asfaltada e arborizada na região. Nessa São Paulo do século XIX, não havia mais do que 200 mil habitantes, bem diferente da metrópole atual, que já possui mais de 11 milhões de habitantes, segundo o Censo 2010. Veja nas próximas páginas como era e como ficou alguns dos pontos mais famosos da avenida Paulista.

 

 
 
FONTE: http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/120-anos-da-paulista/
 
 
 
VEJA MAIS: http://casavogue.globo.com/arquitetura/avenida-paulista-completa-120-anos/