Revista Casa e Construção

2016 foi um ano de muito trabalho e conquistas, completamos 5 anos de escritório, e para fechar com chave de ouro:
SAÍMOS EM UMA MATÉRIA EM UMA REVISTA IMPRESSA!

A publicação na Casa e Construção (edição 130) foi sobre um projeto super especial que fizemos desde a concepção, recebimento das chaves, execução da obra e produção.
O Apartamento foi presente surpresa de uma filha para a sua mãe! Pura emoção!!!
Pegamos as informações de preferência da futura moradora, como cor e estilo, e também nos preocupamos com a acessibilidade e funcionalidade dos ambientes. Detalhes como as alturas dos armários, posição da cama, vãos de passagem foram cuidadosamente projetados para facilitar o dia-a-dia da moradora.

Aqui em baixo está o vídeo com as imagens da nossa reportagem.

 

Veja alguns antes e depois dessa obra e por fim as fotos finais maravilhosas feitas pela fotógrafa Mariana Orsi.
A produção final do apartamento foi feita em parceria com a Designer Renata Romeiro.

 

Antes e Depois – Sala de Estar

Antes e Depois – Área de Serviço

Antes e Depois – Cozinha

Antes e Depois – Banheiro Suíte

Antes e Depois – Banheiro social

 

Cozinha integrada, móveis inferiores amadeirados e superiores com porta em vidro branco.

Detalhe Bancada em pedra com cooktop, ladrilho hidráulico e placa de inox na parede

Porta Articulada para acesso a lavanderia e móveis cozinha

Lavanderia com bancada em Caeserstone e móveis em marcenaria

 

 

Sala de jantar com mesa em laca branca, painel na parede com espelho e iluminação com lustre

Sala de estar, jantar e cozinha integrada

Sala de estar com painel em folha de madeira natural e móvel em laca branca

Sala de estar e varanda integradas

Varanda no mesmo nível da sala de estar

Detalhe das mesas de apoio na varanda

Painel de madeira para cultivo de ervas

Corredor com fotos da familia

Suíte romântica com papel de parede e detalhes na cor preferida da cliente

Suíte romântica, detalhe do criado mudo pintado em laca azul e janela acústica

Suíte romântica, detalhe da penteadeira com gavetas

Quarto de hóspedes com móveis de marcenaria para atender a necessidade do cliente

Quarto de hóspedes, detalhe do armário suspenso com nicho e espelho

Quarto de hóspedes, detalhe para a bancada de trabalho com iluminação embutida na prateleira

 

 

 

Decorando a casa para o inverno

É, o inverno está de volta, gostando ou não dessa estação do ano, temos que nos adaptar. Isso não é diferente com as nossas casas, com pequenas mudanças é possível mudar o visual, e deixar o lugar mais aconchegante. Veja algumas das nossas dicas para enfrentarmos esse friozinho com estilo.

Cadeira trico - Casa.com.br

Cadeira com trico – Fonte: casa.com.br

 

Almofadas e mantas

Com uma mudança pequena, investir em almofadas e mantas, além de dar um up no visual, é ótimo para o frio. Isso serve tanto para a sala quanto para os quartos. O melhor nas almofadas é a possibilidade de troca de capa, e sempre atualizar o ambiente de acordo com a estação ou com o nosso humor. As mantas são ótimas para assistir tv, as peseiras (tecidos que ficam na região dos pés na cama) além de aquecer, dá um chame ao quarto.

Colcha - Casa de Valentina

Sofá com manta e almofada – Fonte: Casa de Valentina

 

Cortinas

As cortinas de tecido fino dão lugar aos tecidos mais grossos, que não permitem a circulação de vento. O ideal é deixar as janelas e portas abertas pela manhã, e no restante do dia fechadas. Assim mantemos o ambiente arejado e aquecido ao mesmo tempo.

Cortina - Foto Thyara Porto

Sala com cortina de tecido- Fonte Thyara Porto

 

Lareira

As lareiras são uma ótima pedida para o friozinho, as mais indicadas são as ecológicas que são a base de álcool, não poluem e não precisam de chaminé, pois não emitem fumaça. No mercado existem de todos os tamanhos, as portáteis são fácil de transportar e cabem até em ambientes pequenos.

Lareira ecológica - construflama

Living com lareira ecológica – Fonte: Construflama

 

Tapetes

Os tapetes quando bem utilizados, preenchem a sala e completam a decoração. No inverno o ideal é usar os tapetes com tecidos mais felpudos, que aquecem e protegem do contato com o chão frio. Não se esqueça dos tapetes dos banheiros. Veja abaixo algumas imagens de como usar os tapetes sem errar no tamanho.

 

Tapete - Casa Vogue

Sala com tapete felpudo – Fonte: Casa Vogue

 

Tapete tamanho - incrivel.club

Acerte no tapete do quarto – Fonte: Incrível.club

 

Tapete tamanho - carinapedro.com

Acerte no tapete da sala – Fonte: carinapedro.com

 

 

Iluminação

Deixe de lado a iluminação branca e aposte nos tons amarelados, eles são mais aconchegantes e tornam o ambiente mais intimista, principalmente para os quartos.

Iluminação - palazzo.ind.br

Quarto com iluminação quente – Fonte: palazzo.ind.br

 

iluminação - temperatura

Temperatura de cor

 

Madeira

Não existe estação para a madeira, mas no inverno ela rouba a cena. Pode ser usada em diversos lugares, como pisos, painéis e mobiliários. Assim além de mais quente, o ambiente fica mais aconchegante.

Madeira - casa vogue

Sala com móveis em madeira e painel de madeira nas paredes – Fonte: Casa Vogue

 

Gostou de nossas dicas? Ficou com dúvida ou tem uma sugestão de assunto? Comente aqui em baixo!

 

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Iluminação – LED e inspirações

Continuando o post anterior sobre Iluminação, vamos falar sobre os LEDs, os novos queridinhos da iluminação.

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Cabeceira com Fita de LED embutido

Na verdade os LEDs não são tão novinhos assim, eles estão presentes na nossa vida a tempos, no relógio digital, na luzinha da TV, rádio. A sua origem foi no ano de 1963 apenas na cor vermelha.

Depois de muitos estudos, essa tecnologia foi incluída nas lâmpadas, telas de TV, celulares e diversos outros lugares. Mas ainda há muito o que melhorar, e com certeza ouviremos muitas novidades sobre eles em breve.

 

As vantagens desse tipo de lâmpadas são muitos:

– Elas têm a vida útil muito maior que qualquer outro tipo, chegando até a 50.000 horas de uso! Fazendo com que o gasto com manutenção seja mínimo.

– Como utilizam baixa voltagem, não oferecem riscos na hora da instalação.

– É resistente a impactos, pois não usam filamentos internos para funcionarem

– Possuiu alta eficiência luminosa, apesar de ainda não ser a melhor nesse quesito. Podendo ser comparada as lâmpadas fluorescentes.

– Não usam mercúrio para seu funcionamento, sendo ecologicamente correta e não trazendo danos a natureza.

– Não causam danos a quadros e obras de artes, pois não emitem radiação infravermelha.

– São mais econômicas, pois não perde energia em forma de calor.

 

Alguns modelos de LED já podem ser dimmerizados, mas isso deve ser verificado no ato da compra, pois é variável de acordo com o modelo e fabricante. Abaixo veja um exemplo de como identificar se o produto tem essa possibilidade.

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LED dimmerizável. Fonte BlueLux

 

 

Com todas essas vantagens, a substituição dos antigos modelos por LEDs é cada dia maior. Elas já estão substituindo as lâmpadas dicroicas, PAR20, PAR30, incandescente comum, lâmpada balão e até tubos similares a fluorescentes.

LEDS

O custo inicial para a utilização de LEDs é maior que os outros, porém, as suas vantagens como a sua longa vida útil, faz com que o seu custo-beneficio seja melhor que as suas concorrentes.

Um ponto de desvantagem dos LEDs é o Índice de Reprodução de cor. Esse índice determina a fidelidade com que as cores de uma fonte de luz artificial é reproduzida, sendo uma escala de 0 a 100. Em outras palavras, quanto maior o índice, melhor podemos ver as cores reais dos objetos. A luz do sol tem o índice 100, já o LED tem em média 80, variando de acordo com o fabricante. Isso torna ainda mais importante a compra de mercadoria com melhore qualidade como os LEDs Philips e Osram. Veja abaixo os números de algumas lâmpadas existentes no mercado.

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IRC – Índice de Reprodução de Cor. Fonte Empalux

 

Precisamos tomar muito cuidado na hora de escolher o LED. Não existe uma normatização clara para a fabricação das lâmpadas, fazendo com que a qualidade seja afetada. É preferível investir um valor mais alto, a comprar um com origem duvidosa. Como ela se paga com o tempo, é necessário que dure bastante.

Portanto, busque bons profissionais para esse investimento tão importante, além de trazerem produtos de qualidade, a satisfação é certeira.

Está curtindo nossas publicações? Dê um like ou comente sobre o que você tem dúvida, teremos prazer em ajuda-los.

Veja agora algumas inspirações de projetos luminotécnicos que trouxeram vida ao local de instalação.

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Iluminação decorativa com arandelas

 

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Iluminação decorativa com Balizador no piso

 

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Iluminação na sala de jantar

 

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Escada com iluminação no piso

 

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Cozinha com iluminação no forro

 

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Painel de TV iluminado

 

 

 

 

 

Iluminação – Incandescentes e Fluorescentes

Já pensou em deixar sua casa mais aconchegante?

Um bom projeto iluminação pode fazer milagres, destacando os pontos forte e criando diferentes cenas para cada momento.

 

Mas primeiro precisamos entender os tipos de lâmpadas existentes no mercado.

 

– Lâmpadas incandescentes:

Incandecentes

É o tipo de lâmpada mais antiga, muito utilizada para projetos residências por terem baixo custo de compra. Porém, o rendimento na parte energética também é baixo, o que faz com que sejam pouco usadas para fins não residenciais. Cerca de 5% da energia é transformado em luz, já os outros 95% são perdidos em forma de calor.

Além das incandescentes normais, existem o grupo das incandescentes halógenas, como as PAR, Dicroicas, AS e Halopin. Essas têm a possibilidade de atingir temperaturas mais elevadas, rendendo maior eficiência luminosa. Comparando com as comuns, essas oferecem mais luz e tem a vida útil mais prolongada.

Lâmpada Halopin

Lâmpada Halopin

Dicroica

Dicroica

Par 20

Par 20

 

A qualidade da sua luz é destaque nesse tipo de luz, por isso não são substituídas por outros tipos mais econômicos. São indicadas para valorização de objetos como quadros ou texturas.

A possibilidade de serem

também é uma vantagem muito grande, assim podemos usar uma quantidade menor de luz, criando ambientes mais aconchegantes para quartos, home thearter, entre outros.

 

 

– Lâmpadas Fluorescentes:

Lâmpada Fluorescente

Lâmpada Fluorescente

São conhecidas como lâmpadas frias, essas funcionam graças a uma mistura de gases (argônio, mercúrio e fósforo) dentro de seus tubos. Tem a vida útil muito maior que as incandescentes, até seis vezes. Outra grande qualidade nesse tipo de lâmpada é o consumo de energia, elas não perdem energia com o calor, assim utilizam menos energia que suas concorrentes.

Porém, esse tipo de lâmpada não tem a mesma qualidade de reprodução de luz quando comparadas as incandescentes. Com diversas pesquisas, surgiram novos formatos que buscam compensar esse problema, como as compactas, torcidas, redondas e formatos similares as incandescentes.

Lâmpada Fluorescentes

Lâmpada Fluorescentes

Não é recomendado utilizar somente esse tipo de lâmpada no projeto luminotécnico, elas exigem muito cuidado para ter um resultado interessante. As temperaturas das cores podem variam muito, trazendo novos aspectos para cada ambiente.

No próximo post falaremos sobre as lâmpadas LED, novo fenômeno do setor.

 

Luminária Amy Winehouse

Adorei esta luminária! Com um design limpo e descontraído, um ótimo exemplo de que a inspiração para a criatividade está em TUDO que nos circunda.

via RadarDesign

Para homenagear Amy Winehouse, a marca portuguesa de iluminação Delightfull criou uma luminária inspirada particularmente em seu penteado típico dos anos 60. A peça traduziu perfeitamente o estilo retrô do soul e do jazz, imortalizados pelas músicas da cantora. A peça está disponível em duas versões, chão e mesa.

A versão de chão é uma lâmpada de leitura, perfeito para desfrutar com o seu livro favorito. A altura é ajustável e é slighty inclinadas para a frente. A versão de mesa permite regular a posição da lâmpada.

Comparando as Lâmpadas

Bom dia! Encontrei este comparativo publicado em 2011 no site “Planeta Sustentável” achei muito interessante e resolvi colocar aqui no blog como uma referencia.

É claro que os valores ja estão desatualizados mas fiz uma pesquisa e o valor atual de uma lampada fluorescente é R$ 11,90 e de uma lampada de led R$54,00.

Eles calcularam cinco anos de gastos de energia elétrica em uma casa* para 3 tipos de lâmpada que existem no mercado. (* 20 pontos de luz, utilizando em média 10 lâmpadas acesas durante 6 horas e considerando o custo de R$ 0,30 para 1kWh consumido.)
Confira no quadro:

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Luz Branca ou Amarela?

Luz branca ou luz amarela? Saiba quando usá-las.

A temperatura de cor deve ser considerada na escolha das lâmpadas para que o usuário tire o máximo de proveito da iluminação dos ambientes.

Quando o usuário se dirige a um ponto de venda para comprar uma lâmpada, é comum ele verificar aspectos como tensão (127V ou 220V) e potência, que é medida em Watts, e está diretamente ligada ao consumo. No entanto, nem sempre ele se atenta à temperatura de cor da mesma. Com unidade expressa em graus Kelvin (K), a temperatura de cor corresponde à tonalidade aparente da luz, que popularmente é conhecida como luz branca e luz amarela.
A Avant, orienta que a diferença de tonalidade não se restringe à preferência do consumidor, que pode se sentir mais atraído por uma ou outra cor na iluminação de sua residência ou escritório.

As lâmpadas possuem cores diferentes porque cada uma se adapta melhor a cada tipo de ambiente ou de acordo com as atividades realizadas nestes locais.

As lâmpadas que emitem fachos de luz amarelados, ou mais quentes, geralmente tornam os ambientes mais aconchegantes e confortáveis, estimulando a pessoa a relaxar. Normalmente elas têm temperatura de cor entre de 2.700K e 3.100K e são mais indicadas para quartos, salas e áreas de estar em geral.

As lâmpadas que emitem luz branca, ou branca-azulada, habitualmente chamadas de frias, causam exatamente o efeito oposto. Podendo superar os 6.000K, elas são mais estimulantes, portanto, mais indicadas para ambientes de trabalho, como escritórios e indústrias, e ambientes residenciais como cozinhas, banheiros e áreas de serviço.

“O usuário deve ter em mente que a cor da luz tem influência direta no seu estado emocional e pode ser uma grande aliada para o seu bem-estar. A iluminação amarelada no quarto, por exemplo, irá ajudá-lo a relaxar depois de um dia de trabalho. Da mesma forma que a luz fria, branca, facilitará a visualização de alimentos e utensílios na cozinha, onde se requer mais atenção”, explica Gilberto Grosso, Diretor Comercial da Avant.

A Cor não interfere na eficiência energética.

Um ponto a ser destacado é que a temperatura de cor não tem influência nenhuma no consumo da lâmpada. O produto não utiliza mais ou menos energia em função da tonalidade do seu facho de luz, mas sim de acordo com a sua potência (W) sendo que a potência maior se traduz em consumo de energia elétrica mais elevado.

“Algumas pessoas têm a impressão de que quanto mais branca a iluminação, mais potente é a lâmpada ou que ilumina mais que a lâmpada amarela. Mas isso não é verdade. Sob o prisma luminotécnico e quantidade de luz exposta no ambiente temos a mesma intensidade luminosa. Todavia, para a percepção visual, o olho humano, essa observação é verdadeira já que tudo o que vemos é reflexo da luz emitida. E no espectro luminoso a luz branca é a que se destaca pela luminosidade, oferecendo maior conforto visual já que se exige menos esforço para visualizar o objeto comparada a luz amarela que é mais escura”, comenta.
“Outro ponto a se destacar trata do mito que a luz de cor amarela reforça a cor de alimentos, como carnes vermelhas, ou a luz fria destaca as cores de roupas, por exemplo. Isso não procede, já que a reprodução real das cores está associada à característica técnica de cada tipo de lâmpada, qualidade essa que reproduz com maior ou menor fidelidade a cor original do objeto. É o que chamamos, em iluminação, de IRC – índice de reprodução de cores”, informa Gilberto Grosso.

via CorreioBraziliense