Iluminação – LED e inspirações

Continuando o post anterior sobre Iluminação, vamos falar sobre os LEDs, os novos queridinhos da iluminação.

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Cabeceira com Fita de LED embutido

Na verdade os LEDs não são tão novinhos assim, eles estão presentes na nossa vida a tempos, no relógio digital, na luzinha da TV, rádio. A sua origem foi no ano de 1963 apenas na cor vermelha.

Depois de muitos estudos, essa tecnologia foi incluída nas lâmpadas, telas de TV, celulares e diversos outros lugares. Mas ainda há muito o que melhorar, e com certeza ouviremos muitas novidades sobre eles em breve.

 

As vantagens desse tipo de lâmpadas são muitos:

– Elas têm a vida útil muito maior que qualquer outro tipo, chegando até a 50.000 horas de uso! Fazendo com que o gasto com manutenção seja mínimo.

– Como utilizam baixa voltagem, não oferecem riscos na hora da instalação.

– É resistente a impactos, pois não usam filamentos internos para funcionarem

– Possuiu alta eficiência luminosa, apesar de ainda não ser a melhor nesse quesito. Podendo ser comparada as lâmpadas fluorescentes.

– Não usam mercúrio para seu funcionamento, sendo ecologicamente correta e não trazendo danos a natureza.

– Não causam danos a quadros e obras de artes, pois não emitem radiação infravermelha.

– São mais econômicas, pois não perde energia em forma de calor.

 

Alguns modelos de LED já podem ser dimmerizados, mas isso deve ser verificado no ato da compra, pois é variável de acordo com o modelo e fabricante. Abaixo veja um exemplo de como identificar se o produto tem essa possibilidade.

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LED dimmerizável. Fonte BlueLux

 

 

Com todas essas vantagens, a substituição dos antigos modelos por LEDs é cada dia maior. Elas já estão substituindo as lâmpadas dicroicas, PAR20, PAR30, incandescente comum, lâmpada balão e até tubos similares a fluorescentes.

LEDS

O custo inicial para a utilização de LEDs é maior que os outros, porém, as suas vantagens como a sua longa vida útil, faz com que o seu custo-beneficio seja melhor que as suas concorrentes.

Um ponto de desvantagem dos LEDs é o Índice de Reprodução de cor. Esse índice determina a fidelidade com que as cores de uma fonte de luz artificial é reproduzida, sendo uma escala de 0 a 100. Em outras palavras, quanto maior o índice, melhor podemos ver as cores reais dos objetos. A luz do sol tem o índice 100, já o LED tem em média 80, variando de acordo com o fabricante. Isso torna ainda mais importante a compra de mercadoria com melhore qualidade como os LEDs Philips e Osram. Veja abaixo os números de algumas lâmpadas existentes no mercado.

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IRC – Índice de Reprodução de Cor. Fonte Empalux

 

Precisamos tomar muito cuidado na hora de escolher o LED. Não existe uma normatização clara para a fabricação das lâmpadas, fazendo com que a qualidade seja afetada. É preferível investir um valor mais alto, a comprar um com origem duvidosa. Como ela se paga com o tempo, é necessário que dure bastante.

Portanto, busque bons profissionais para esse investimento tão importante, além de trazerem produtos de qualidade, a satisfação é certeira.

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Veja agora algumas inspirações de projetos luminotécnicos que trouxeram vida ao local de instalação.

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Iluminação decorativa com arandelas

 

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Iluminação decorativa com Balizador no piso

 

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Iluminação na sala de jantar

 

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Escada com iluminação no piso

 

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Cozinha com iluminação no forro

 

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Painel de TV iluminado

 

 

 

 

 

Iluminação – Incandescentes e Fluorescentes

Já pensou em deixar sua casa mais aconchegante?

Um bom projeto iluminação pode fazer milagres, destacando os pontos forte e criando diferentes cenas para cada momento.

 

Mas primeiro precisamos entender os tipos de lâmpadas existentes no mercado.

 

– Lâmpadas incandescentes:

Incandecentes

É o tipo de lâmpada mais antiga, muito utilizada para projetos residências por terem baixo custo de compra. Porém, o rendimento na parte energética também é baixo, o que faz com que sejam pouco usadas para fins não residenciais. Cerca de 5% da energia é transformado em luz, já os outros 95% são perdidos em forma de calor.

Além das incandescentes normais, existem o grupo das incandescentes halógenas, como as PAR, Dicroicas, AS e Halopin. Essas têm a possibilidade de atingir temperaturas mais elevadas, rendendo maior eficiência luminosa. Comparando com as comuns, essas oferecem mais luz e tem a vida útil mais prolongada.

Lâmpada Halopin

Lâmpada Halopin

Dicroica

Dicroica

Par 20

Par 20

 

A qualidade da sua luz é destaque nesse tipo de luz, por isso não são substituídas por outros tipos mais econômicos. São indicadas para valorização de objetos como quadros ou texturas.

A possibilidade de serem

também é uma vantagem muito grande, assim podemos usar uma quantidade menor de luz, criando ambientes mais aconchegantes para quartos, home thearter, entre outros.

 

 

– Lâmpadas Fluorescentes:

Lâmpada Fluorescente

Lâmpada Fluorescente

São conhecidas como lâmpadas frias, essas funcionam graças a uma mistura de gases (argônio, mercúrio e fósforo) dentro de seus tubos. Tem a vida útil muito maior que as incandescentes, até seis vezes. Outra grande qualidade nesse tipo de lâmpada é o consumo de energia, elas não perdem energia com o calor, assim utilizam menos energia que suas concorrentes.

Porém, esse tipo de lâmpada não tem a mesma qualidade de reprodução de luz quando comparadas as incandescentes. Com diversas pesquisas, surgiram novos formatos que buscam compensar esse problema, como as compactas, torcidas, redondas e formatos similares as incandescentes.

Lâmpada Fluorescentes

Lâmpada Fluorescentes

Não é recomendado utilizar somente esse tipo de lâmpada no projeto luminotécnico, elas exigem muito cuidado para ter um resultado interessante. As temperaturas das cores podem variam muito, trazendo novos aspectos para cada ambiente.

No próximo post falaremos sobre as lâmpadas LED, novo fenômeno do setor.

 

Apartamento Duplex – Campo Belo

 

Para esse apartamento, localizado no Campo Belo, o casal buscava um ambiente jovem, para receber amigos, sem perder o aconchego do dia-a-dia.

Ele, como todo o gaúcho, adora cozinha e um bom churrasco. A integração dos ambientes se tornou indispensável, além de proporcionar mais amplitude para a sala e cozinha.

Antes e Depois – Cozinha

A escolha dos revestimentos visou a praticidade, optamos por piso de porcelanato na sala e cozinha, e granito na varanda. Os armários sob medida também foram pensados para acomodar todos os objetos e eletrodomésticos, deixando os espaços mais funcionais. Aproveitamos cada cantinho do apartamento, até mesmo o vão abaixo da escada, que foi utilizado para acomodar a adega e armário “escondido” para malas e outros objetos.

A área de serviço foi isolada através de uma porta de correr de espelho, e o restante da parede alinhada a porta também recebeu revestimento de espelho afim de proporcionar maior sensação de amplitude.

 

No andar superior, utilizamos piso vinílico que imita a madeira, mais agradável ao tato, além de suas propriedades acústicas. A varanda da suíte do casal foi fechada e transformada em um closet com cantinho para leitura.

Veja abaixo mais imagens:

Fotografo Renata Carrara

Antes e Depois – Varanda

Antes e Depois – Sala de Estar

 Antes e Depois – Lavabo

Antes e Depois – Varanda Suíte

Suíte Master

  

Santa Monica: Tapetes e Carpetes

Esta semana fomos convidados a visitar a Fabrica da Santa Mônica.

Foi muito enriquecedor ver o trabalho e todas as etapas da produção, que como eles mesmo gostam de destacar “Feito semi-artesanalmente”, isto porque, existe sim o uso de maquinas, mas me surpreendi em ver o quanto do trabalho ainda é desenvolvido pelas mãos dos funcionários.

A foto que abre este post é um tapete da coleção  TUFT, novidade da fabrica que com a aquisição de uma nova maquina, vinda de Europa. Permite a confecção de tapetes com desenhos muito pequenos e de maior complexidade.

O cuidado e atenção aos detalhes foi encantador!

Santa Mônica – tapetes e carpetes (www.smonica.com.br).

Algumas fotinhos deste passeio:


Gehry projeta para o Facebook

O homem por trás do Facebook, Mark Zuckerberg, contratou o multipremiado arquitetoFrank Gehry – responsável pelo revolucionário edifício do Museu Guggenheim de Bilbao e Pritzker em 1989 – para desenvolver o projeto de expansão da sede de sua empresa em Palo Alto, na Califórnia. Zuckerberg encomendou um conjunto que ocupará um terreno de 90 mil m², na área conhecida como Menlo Park, onde está o quartel-general da gigante das redes sociais.

Com início previsto para janeiro de 2013, a obra inclui uma série de galpões com capacidade para abrigar 6 mil novos funcionários, boa parte deles engenheiros, além de cafeterias e restaurantes. A área total construída excederá os 40 mil m², prevendo pouca ou nenhuma divisão interna entre os setores, junto de grandes aberturas laterais, a fim de garantir que todos os funcionários possam observar os bosques do local.

A natureza, aliás, define o conceito desenvolvido por Frank Gehry para as novas construções. Todas elas terão tetos verdes com área de plantio profunda o suficiente para que sejam cultivadas árvores nativas. As coberturas serão acessíveis para todos os funcionários do Facebook e funcionarão como uma extensão das florestas que marcam o campus. Ciclovias e caminhos de pedestres complementam o projeto e, de acordo com o arquiteto, definem sua identidade.

(Foto: © Frank Gehry / Gehry Partners)

 

(Foto: © Frank Gehry / Gehry Partners)

 

(Foto: © Frank Gehry / Gehry Partners)

 

(Foto: © Frank Gehry / Gehry Partners)

 

(Foto: © Frank Gehry / Gehry Partners)

Fonte: Casa Vogue

Oppa, Móveis Brasileiríssimos!

Hoje vou falar de uma novidade, a loja virtual Oppa! Com uma proposta super bacana “Design é para todos”, ela vende diversos produtos desenvolvidos por designers brasileiros e fabricados com matéria-prima nacional! Outra boa noticia é que além de incentivar o design brasileiro, encurtando a distância entre jovens talentos e o mercado, a Oppa promete móveis de qualidade a preços acessíveis.

Veja, por exemplo, este rack por R$389,00.

Segundo Max Reichel, o criador da Oppa, o investimento em novos talentos estimula novas ideias e permite que a Oppa tenha sempre produtos únicos e exclusivos. A equipe do Studio Oppa também pretende convidar designers conhecidos para produzirem coleções ou peças exclusivas.

Se você é Designer aproveite esta oportunidade de começar a produzir suas peças e ganhar visibilidade, cadastre seu projeto no site Oppa.

Gostou!? Curta a página deste Blog e da Oppa no Facebook e veja nossas atualizações em primeira mão.

site: htttp://www.oppa.com.br   blog: http://blog.oppa.com.br

Mais Fotos da REVESTIR 2012

REVESTIR 2012

Semana passada aconteceu aqui em Sao Paulo a Expo Revestir – Feira Internacional de Revestimentos – uma fonte cheia de novidades para soluçoes em acabamentos para projetos de decoraçao e arquitetura.

Vou aproveitar para compartilhar alguns dos itens que se destacaram na minha opinião.

Na minha visao geral do evento os pontos fortes foram:

1- Sustentabilidade: materiais de reuso, novos produtos fabricados a partir da reciclagem e aproveitamento de sobras;

Exemplo: Painéis produzidos a partir da reciclagem de garrafas PETs e pó de pedras naturais.

Revestimento da Studio Marmo feito da reciclagem de PETs e restos de pedra
Revestimento da Castelatto feito da reciclagem de PETs e restos de pedra

E também a Vidrepur, fabricante da linha Vitreo, pastilhas de material 99% reciclado e que é vendida em diversos representantes nacionais

2- Tecnologia: materiais que copiam e parecem, mas não são;

Exemplo: Pisos vinilicos que parecem madeira, cerâmicas que imitam pedra, pastilhas cerâmicas que parecem fibra de coco entre outros;

Villagres - fachadas ventiladas

Revestimentos cerâmicos em alto relevo da Incefra Design

Pastilha Carrara - tecnologia Full HD da ViaRosa

Interfloor (PVC 100% reciclável) inova nas linhas com fixação por ventosas na parte posterior, que dispensam a cola.No setor residencial, apresenta a linha InterComfort, com adesivo à base de água.

Interfloor

Cerâmicas Aparici, coleção Acoustic

Da espanhola Cerâmicas Aparici, coleção Acoustic que, inspirada em ondas, formas, relevos, promete bom desempenho acústico.

3- Versatilidade: materiais que podem ser utilizados no piso, nas paredes, nas fachadas e até para compor peças como mesas e bancadas;

Exemplo: Porcelanatos extra finos – fachadas ventiladas, Revestimento vinílicos que imitam bambu e madeira para revestir pisos e/ou paredes;

The SIze, laminas porcelanicas da Alicante

Estas lâminas porcelânicas da The Size, Alicante, vêm em 16 cores. Produzida com matéria prima 100% natural, a lâmina porcelânica se diferencia do porcelanato e dos revestimentos cerâmicos convencionais por sua pouca espessura (3 mm e 5 mm) e comercialização em chapas de 3700 mm por 1270 mm.

Caesarstone lança uma linha de revestimentos de quartzo texturizadas e estampadas, criando inúmeras possibilidades de aplicações.

ACE apresentou o WallDress, um revestimento vinílico para parede (1a foto) e o piso vinílico ImpressionFloor (2a foto do site da empresa) que imita jatobá, bambu e mais 9 madeiras. Dispensa cera e impermeabilização e pode ser usado em áreas de tráfego intenso. (via Simples Decoracao)

4- Cores e Texturas: chega de monotomia nos ambientes as opções sao inúmeras, os lançamentos apresentam muitas estampas, cores, texturas e o melhor customização, portanto dê asas a imaginação;

Ladrilho Patchwork da Ceusa.

Da Solarium, nova coleção de revestimentos cimentícios com design assinado pela brasileira Renata Rubim.

 

O Restaurante mais concorrido de Milão

via Casa Vogue

Como uma apaixonada por arquitetura e, claro, viagens (rsrsrs) eu não pude deixar de babar quando vi esta reportagem na Casa Vogue. Amei o design contemporâneo em dialogo com os prédios existentes.

O que vcs acharam???

Pena que o restaurante durará tão pouquinho…

“Se você pretende marcar presença no Salão do Móvel de Milão, ou estará pela cidade nos próximos meses, é bom correr para reservar lugar em um dos mais concorridos restaurantes da Europa. Segunda edição de uma iniciativa da Electrolux que reúne gastronomia e design, o The Cube abriu sua filial temporária na capital mundial do design. Ocupando o privilegiadíssimo topo da Galeria Vittorio Emmanuelle, na Piazza del Duomo, ela funcionará somente até o dia 26 de abril.

Não bastasse a vista única para a Catedral, para o Palazzo Reale e para o Museo del Novecento, o local é uma verdadeira joia da arquitetura efêmera. O projeto do escritório local Park Associati combina fachada de vidro e alumínio perfurado em uma estrutura modular com área útil de 140 m². O jogo de transparências, luz e opacidade é uma das atrações do lugar, que tem capacidade para somente 18 pessoas.

Estes felizardos acessam o The Cube diretamente pela cozinha, que é inteiramente equipada com produtos Electrolux. Em seguida, são conduzidos ao pequeno salão, onde têm a oportunidade de degustar cardápios, no almoço ou jantar, preparados por renomados chefs italianos. Ao final do banquete, os presentes ainda podem passar alguns minutos no pequeno terraço de 50 m², a admirar a melhor vista de Milão.”

Design Innova: Um Sofisticado Restaurante Francês.

Um Sofisticado Restaurante Francês.

Foi inaugurado em Julho desse ano, o restaurante Phantom em Paris, o projeto fantástico foi feito por Odile Decq Benoit Cornette Architects que numa bela combinação de antigo e moderno criou um espaço para 90 pessoas, cheio de requinte e sofisticação. Na fachada, encontramos uma verdadeira cortina de vidro, graças à um sistema revolucionário, os vidros curvos ficam fixos por fitas de aço localizadas nas colunas. O pé direito de 6 metros permitiram a criação de um mezanino curvilineo no qual se tem um melhor aproveitamento do espaço. O vermelho no ambiente traz o toque de luxo e classe que o restaurante deseja.

via Design Innova: Um Sofisticado Restaurante Francês..

Vamos de Bike?

Cidade ciclável: a bicicleta como meio de transporte

Seminário na Bienal de Arquitetura de São Paulo apresenta experiências diversas de mobilidade urbana sobre duas rodas

     Enquanto governos hesitam, a sociedade se move e inventa soluções para a mobilidade urbana. Quinta-feira passada (1/12), a 9ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo reuniu experiências bem diferentes relacionadas ao uso da bicicleta no transporte urbano, durante o Seminário Cidades Cicláveis. Sintonizado com a iniciativa, o Mobilize Brasil também participou do encontro.

O bate-papo foi aberto por João Paulo Amaral (JP), coordenador da rede Bike Anjo, que expôs o trabalho realizado por seu grupo para estimular e orientar os novatos que querem pedalar nas cidades brasileiras. João Paulo lembrou que o Bike Anjo começou a atuar em 2010 e rapidamente se espalhou pelo Brasil. “Hoje recebemos contatos de gente de Manaus, do Nordeste, de todo o país, gente que procura um apoio para começar a usar a bicicleta no meio urbano ou quer ser um Bike Anjo”, disse ele ao público presente na Oca do Ibirapuera.

Na porta do pavilhão, um sistema de “bike valet” permitia que o público guardasse suas “magrelas” em segurança. O serviço foi montado pela Ciclomídia, empresa do publicitário Edu Grigoletto, que participou do encontro e apresentou suas propostas de paraciclos urbanos patrocinados. O objetivo da Ciclomírdia, explicou Grigoçetto, é criar uma rede de paraciclos e bicicletários que sejam patrocinados por empresas em troca da exibição de mensagens publicitárias.

Na sequência, Lincoln Paiva falou sobre o Instituto Mobilidade Verde, organização que desenvolve planos para mobilidade urbana sustentável e que lançou ideias como a Bicicloteca, um triciclo que proporciona o acesso de moradores de rua a livros e também à internet. Paiva lembrou que a biblioteca sobre rodas nasceu de seu encontro com Robson Mendonça, que já desenvolvia um trabalho de distribuição de livros a pessoas em situação de rua. Com o apoio de empresas, hoje já existem 12 Biciclotecas em operação na cidade de São Paulo, contou o diretor do Mobilidade Verde

O arquiteto Ricardo (Tche) Corrêa, da TC Urbes, expôs sua experiência em viagens de bicicletas – a mais longa delas foi até o Rio Grande do Sul – e o projeto que desenvolveu de uma bicicleta adequada ao brasileiro médio e às condições das cidades do país, a bike Urbana. Tchê também apresentou um projeto para renovação urbana da avenida Nove de Julho, em São Paulo, que substitui o corredor de automóveis e ônibus por um sistema de Veículos Leves sobre Trilhos associado a uma ciclovia. No centro da via, o arquiteto propôs a reabertura do rio Anhangabaú – hoje canalizado – para funcionar como um canal de barcas de transporte de passageiros, uma solução que sinaliza o resgate dos milhares de riachos de São Paulo para a vida urbana.

 


Bicicletário de Mauá

 

Uma experiência que chamou muito a atenção do público foi a relatada por Adilson Alcântara, da Associação dos Condutores de Bicicletas de Mauá e Região. Ele mostrou a trajetória do bicicletário organizado ao lado da estação de trens da CPTM, hoje considerado o maior do gênero nas Américas. Diariamente, cerca de 10 mil bicicletas são guardadas na instalação, usada principalmente por trabalhadores de baixa renda. A AscoBike é mantida pelos próprios usuários, que pagam R$ 15 por mês. Criada inicialmente por iniciativa de Alcântara, a associação cresceu, implantou uma oficina mecânica e serviço de café para os trabalhadores e recebeu posteriormente o apoio da CPTM, que modernizou e ampliou as instalações.

Outra iniciativa inovadora é a empresa Carbon Zero Courier, fundada por Rafael Mambretti. Trata-se de um serviço de entregas rápidas realizado integralmente por ciclistas e que já funciona há um ano em São Paulo. Ele explicou que mesmo sem contar com veículos motorizados, sua equipe consegue atender a endereços a até 15 km do centro da cidade em poucos minutos. Com o sistema, as empresas contratantes podem reduzir seus custos de courier e também suas emissões de carbono. “No final do ano entregamos um certificado aos clientes mostrando cotas de redução de carbono”, contou Rafael.

O olhar voltado para o resgate e a melhoria do ambiente urbano também faz parte do projeto “Cidade para Pessoas”, desenvolvido por Natália Garcia. Com uma bicicleta dobrável, a jornalista vem pondo em prática o projeto de viajar por 12 cidades do mundo, viver um tempo em cada localidade, e coletar boas ideias de planejamento urbano que possam inspirar o modelo brasileiro. Até o momento ela visitou sete cidades (Copenhague, Amsterdam, Londres, Paris, Estrasburgo, Friburgo e Lyon), das quais trouxe exemplos e diversas propostas e reflexões sobre como inserir a bicicleta nas cidades brasileiras.

O jornalista Marcos de Sousa, consultor editorial do Mobilize Brasil, apresentou a proposta do Mobilize e mostrou algumas soluções desenvolvidas em várias partes do mundo para facilitar a integração da bicicleta com outros modos de transporte urbano. Ele citou a falta de apoio de infraestrutura no Brasil, lembrando os problemas enfrentados por quem utiliza a bicicleta no metrô de São Paulo, por exemplo, que é obrigado a vencer vários lances de escadas com o veículo nas costas até chegar à plataforma de embarque dos trens. Marcos também comentou as redes de bicicletas públicas existentes no mundo, a partir da experiência de Copenhague, nos anos 1990, e a recém-implantada rede Bike Rio, na capital fluminense.

O Seminário Cidades Cicláveis teve sequência no dia seguinte, sexta-feira, com uma visita à ciclofaixa do bairro de Moema, na zona sul de São Paulo, e um workshop de projetos de ciclovias. O evento foi organizado pelo projeto Soluções para Cidades da Associação Brasileira de Cimento Portalnd (ABCP).

FONTE: Mobilize (Mobilidade Urbana Sustentavel)
 
 

Criatividade precisa de tempo!!!

Um bom projeto, seja de arquitetura, interiores, ou outro produto, requer mto estudo, são diversas idéias que após trabalharmos cada uma chegamos ao resultado especial e particular para cada cliente. É uma delicia CRIAR mas qualidade demanda TEMPO!!!

Um video que simplifica de maneira bem divertida a relação TEMPO x CRIATIVIDADE.

P.S.: Para ativar a legenda aperte o botao “CC” no canto inferior direito.

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Iluminação por OLED

OLED (LEDs Orgânicos)
Em termos técnicos, os LEDs Orgânicos, assim como os LEDs, são baseados em semicondutores que convertem a energia elétrica em luz.
Suas camadas, cuja espessura total é a de um centésimo da de um fio cabelo, são aplicadas a um material base, que no caso dos OLEDs é o vidro. Quando desligado, os painéis de OLED parecem simples superfícies brancas ou espelhos, porém, assim que acionados, tornam-se dispositivos luminosos.

Recém-chegados no mercado, os LEDs Orgânicos (OLEDs) estão no Quartier 206, loja de departamento de luxo alemã, que aplicou as novas soluções da OSRAM nas vitrines que apresentam sua coleção de outono.
Capaz de transformar simples painéis de vidro em superfícies luminosas, os OLEDs foram aplicados de forma pioneira na decoração de um ambiente, já que antes podiam ser vistos apenas em projetos específicos de artistas e lighting designers.

 

Quem comemora a realização do projeto é o diretor de Criação da Quartier 206, Christian Mau. “Os OLEDs são ideais para o formato dos nossos projetos de vitrine, já que emitem pouco calor e, por isso, acabam sendo menos prejudiciais às peças. Isso também permite que nós coloquemos outros produtos delicados no local próximo às luminárias, como perfumes, por exemplo, sem que nenhum dano ocorra”.
FONTE: http://mondomoda.wordpress.com/2011/10/31/vitrine-quartier206-oled/